Uma das coisas que gostei na época que a constuição de 1988 estava em processo de criação era a déia do estado laico. Isto é, um estado sem laços com qualquer grupo religioso. Claro que isso era apenas na teoria, mas desinformado como eu era, não tinha como saber. O que me importava era meu pai parar de encher o saco para eu passar num maldito teste para entrar num colégio de 2º grau (antigo ensino médio).
Daqueles tempos para cá, é óbvio que muita coisa mudou. Mas se tem uma coisa que me surpreende e que não deveria, é a cara de pau das organizações religiosas. Não, eu não considero essas coisas como instituições, vide essa confusão que a anos é conhecida sobre uma certa igreja e que uma emissora oportunista resolver mostrar só agora depois de sei lá quantos anos é mostrada na rede.
Este motivador não se encaixa perfeitamente ao assunto, mas foge muito também.
Mas o que quero opinar (vejam bem, opinar) é sobre o acordo do governo desta terra brasilis com o Vaticano. Como já postado nos blogs Vigna-Maru, O Teclado de Vidro e a versão online do Estadão, esse acordo é no mínimo estranho e para paranóicos, preocupante.
Para quem ainda não sabe (ou não visitou os links acima), estou falando do Acordo Brasil-Vaticano. Tá, o nome é maior, mas já é o suficiente para entender que tem a ver com catolicismo.

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