.. que não fiz nada com fiz nada com a câmera. Ela voltou de um coma aparente.
Restaurante ao pé da serra
Antes que pensem que eu queria focalizar o restaurante… Na verdade é a árvore o que me interessou aqui. Uma árvore solitária no meio de carros e o restaurante/hotel ao fundo. Achei interessante, exceto pela falta de pulso com a câmera; estou acostumado a câmeras mais pesadas e a falta de peso desta ainda era algo estranho quando tirei essa foto.
Para quem não sabe em que rede de jornalismo confiar, vai aí uma dica: Leiam o blog dos Pesquisadores da Unicamp no Haiti. Cheguei lá por causa dos posts sobre o terremoto e também sobre a exploração das empresas chinesas instaladas lá.
E me surpreendi com o nível dos posts/reportagens. Ao contrário do que possa parecer, o nível é bom, com textos muito mais realistas. E nada de fotos da tragédia e sim do povo lutando para se reerguer; imagens da tragédia podem ser vistas em qual jornaleco sensacionalista.
Algumas das informações passadas podem até ser questionáveis, no ponto de vista de alguns, como o do exército brasileiro lá estacionado ter ajudado primeiro os hotéis de luxo ocupados pelos estrangeiros.
Sejamos realistas, na hora do aperto, os “ban-ban-bans” mais cagões do alto escalão vão mandar seus subordinados salvarem a pele deles. Isso não é apenas um cliché de cinema, na hora do “vamos ver”, os mais covardes/despreparados vão tentar se salvar, mesmo que isso signifique sacrificar quem estiver abaixo. Já ajudei gente em situações de risco (afogamentos, gente perdida na mata, etc), sei que isso acontece.
E há também os desgraçados, que na segurança de suas poltronas, falam as maiores merdas, como o embaixador do Haiti no Brasil:
Sem comentários.
Mas tragédias como essas, além de mostrarem o pior do ser humano, também mostram o melhor dele. Se você ao menos visitou o blog dos pesquisadores da Unicamp, viu que a população está tentando levar a vida, mesmo com tudo no chão. E mesmo sabendo que a ajuda humanitária, além de atrapalhada, não vai chegar direito para eles.
E a vida segue, pois se não fosse assim, não teria esse nome.
Droga, eu queria colocar muito mais coisa, mas fiquei sem inspiração depois de lembrar da quantidade de jornalistas urubus que pousaram naquele blog.
Ou sim. Deixa eu explicar. Desde outubro para cá, estou curtindo a série de jogos Touhou. Tudo bem que perco mais tempo com os jogos de luta, já que não costumo me dar bem com jogos de tiro. Tá, é fato que sou um jogador casual, mas não foi a dificuldade que eles apresentam que me chamou a atenção.
O que me chamou a atenção mesmo foi a trilha sonora. Tanto a original, quando a multitude de arranjos e remixes. Mas antes um pouco de informação aos que não conhecem esses jogos.
Primeiro, vou me concentrar nos arranjos do 12º e mais recente jogo de tiro da série, Undefined Fantastic Object ou simplesmente UFO. As eternas protagonistas, Reimu Hakurei e Marisa Kirisame recebem a companhia da Sanae Kochiya, chefe do estágio 5 do 10º jogo, Mountain of Faith (MoF). É um costume do ZUN, o criador da série, utilizar personagens dos jogos anteriores em edições posteriores.
Um navio voador apareceu nos céus de Gensokyo, uma região mítica onde se passa quase todas as aventuras da série Touhou. Para quem não faz idéia de como as “heroínas” são, elas aparecem logo no primeiro vídeo abaixo, na seguinte ordem: Reimu, Sanae e Marisa. Cada uma delas tem suas próprias motivações para ir atrás do navio: Reimu, uma miko (sacerdotisa), quer encontrar tesouros, já que vive com pouco dinheiro; Marisa, uma maga, está curiosa com o que ela pode arranjar, e sendo conhecida por “se apropriar” das coisas dos outros, vai achar algo interessante; Sanae, outra miko, é uma novata na caça de monstros (yokai, no original) e está aprendendo o ofício com as outras duas.
Publicado em 26 de novembro de 2009 em Blog and Informática.
Aproveitando que estou voltando a ativa no blog e tenho enfrentado problemas para fazer manutenção em sites construídos em flash (detalhe: sou desenvolvedor web, mas tenho certa “aversão” a sites em flash), vou apresentar uma dica sobre os players de flash para os usuários de linux.
Bem, ela é mais específica para usuários do Mandriva, mas pode servir para outras distribuições, principalmente as descendentes do Red Hat.
Fuuuuuuuuu- - Palavras de um desenvolvedor web
Mas detalhes na seqüência. E não, este não é um post patrocinado, é só uma dica de quem já se incomodou bastante com sites que não rodam direito no Linux por causa do conteúdo em flash.
Bem, faz algum tempo que não atualizo este blog. E a razão é: Não consigo mais publicar a partir do desktop, usando os aplicativos que costumo, que são o Windows Live Writer e o ScribeFire (no Firefox).
E isso é frustrante. Tento publicar e u me aparece erro 404 (xmlrpc.php não encontrado) ou ele não reconhece o login e senha. Esse último é o mais estranho, pois estou escrevendo este texto e logado com o mesmo login e senha que uso nos outros dois acima.
Até eu resolver isso, estou postando (obviamente) menos.
Até uma próxima e espero ter resolvido este problema.
Pois é. Já se passou mais de um mês que não posto nada neste blog. E isso me incomoda.
O fato é que com meu computador principal morto, fica complicado. E desanimador. O bom desse período todo é que pude me dedicar de volta para alguns hobbies.
O que não inclui o título deste post. Lembrei de fazer um post enquanto estava limpando sepulturas. Sim, minha cabeça trabalha dum jeito estranho à maioria das pessoas que conheço; E não, eu não me importo com isso.
Sentido e religião: não faz
Acho que já consegui sua atenção. Então, leia o que vem depois…
… com o que mais parece uma nova versão do “Gets the Facts” da Microsoft.
Treinamento Windows 7 X Linux
Para os que não sabem inglês: Isso é uma das telas de treinamento da Microsoft para vendedores da Best Buy, uma das grandes redes de lojas estadunidenses. Não confio muito nesses “vazamentos” de informações de cursos, pois me parecem servir de combustível para discussões idiotas e para desviar a atenção; e é claro, sempre haverá aqueles que vão acreditar nesses “fatos”.
Não querendo parecer repetitivo como martelo de pedreiro, mas esta tela acima está no ponto de perecer ridículo. E explico porque; comparando escolha e compatibilidade, ela trás várias inverdades.
Uma das coisas que gostei na época que a constuição de 1988 estava em processo de criação era a déia do estado laico. Isto é, um estado sem laços com qualquer grupo religioso. Claro que isso era apenas na teoria, mas desinformado como eu era, não tinha como saber. O que me importava era meu pai parar de encher o saco para eu passar num maldito teste para entrar num colégio de 2º grau (antigo ensino médio).
Daqueles tempos para cá, é óbvio que muita coisa mudou. Mas se tem uma coisa que me surpreende e que não deveria, é a cara de pau das organizações religiosas. Não, eu não considero essas coisas como instituições, vide essa confusão que a anos é conhecida sobre uma certa igreja e que uma emissora oportunista resolver mostrar só agora depois de sei lá quantos anos é mostrada na rede.
Este motivador não se encaixa perfeitamente ao assunto, mas foge muito também.
Mas o que quero opinar (vejam bem, opinar) é sobre o acordo do governo desta terra brasilis com o Vaticano. Como já postado nos blogs Vigna-Maru, O Teclado de Vidro e a versão online do Estadão, esse acordo é no mínimo estranho e para paranóicos, preocupante.
Para quem ainda não sabe (ou não visitou os links acima), estou falando do Acordo Brasil-Vaticano. Tá, o nome é maior, mas já é o suficiente para entender que tem a ver com catolicismo.
Então! Este é o terceiro (ou quarto) artigo de fotos que tirei nas instalações/ruínas/prédio reaproveitado de uma antiga malharia daqui da cidade. Havia também uma fundição vizinha a malharia, mas esta foi para o chão.
Desta última não guardo boas lembranças e sinto até um certo alívio por estar como está. Por que? Porque trabalhei como estagiário nela; rotina infernal a de trabalhar durante o dia, estudar no cursinho pré-vestibular a noite, chegar em casa perto da meia-noite e acordar as seis de manhã. Fiz isso por seis meses; parece pouco, mas quando o estágio mais parece uma dungeon de RPG, isso é, além de enfadonho e repetitivo, perigoso à própria saúde. E eu não estou brincando, trabalhar numa fundição caindo aos pedaços não é legal.
Mas deixando as “lembranças” de lado e voltando às fotos, agora ao segundo grupo de diurnas:
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